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16

abr

Live exclusiva: O AEIOU do Bem-Estar do Educador com Léo Fraiman

Live exclusiva: O AEIOU do Bem-Estar do Educador com Léo Fraiman

Sabemos que a situação que estamos vivendo hoje é incomum e que, em breve, ficará no passado, mas enquanto isso não acontece, vamos aprendendo e reforçando algumas atitudes para tornar tudo mais leve e prazeroso.

O Colégio Ser convidou o querido e renomado Mestre em Psicologia Educacional e do Desenvolvimento Humano, autor de diversos livros e psicoterapeuta especialista em Psicologia Educacional, Léo Fraiman.

Fraiman conduziu um bate papo leve, descontraído e muito animado com os colaboradores do Colégio Ser sobre O AEIOU do Bem-Estar do Educador.
Iniciamos com alguns questionamentos relevantes: será que a nossa escola, nosso momento de aula, o modo como vemos e recebemos o outro dentro de nós é um local hospitaleiro, ou um lugar mais duro e tóxico? Antes de sermos professores, somos pessoas que acolhem ou o contrário disso?

A neurociência nos ensina que os alunos não aprendem a matéria por meio apenas do cérebro e depois passam a gostar (sentir com o coração), na verdade, isso ocorre de baixo para cima. No livro “E o Cérebro Criou o Homem”, de António Damásio, defende-se que o mecanismo de recrutamento de neurônios, por meio da consciência, manda que os neurônios se ativem. Na educação, é fundamental a união da disciplina com o professor, o aluno compreende o professor, eles se importam um com o outro.

Quando um professor se torna um docente e coloca uma doçura no que faz, dá um gosto para o aluno, ativando assim os neurônios de cada criança. Devido ao cenário atual, as famosas carteiradas não funcionam mais, e as frustrações se fazem cada vez mais presentes, por isso, teremos que aprender a lidar com uma série de crianças e adolescentes que, ou cativamos seus corações, colocando significados no que fazemos, ou teremos pouca chance de construir a aliança entre importância e confiança.

Baseados no acrônimo do AEIOU, aprendemos 5 atitudes que podem auxiliar nesse processo, tornando-o mais leve.

A – Assertiva: Sempre temos o que aprender, sempre temos o que melhorar, podemos ver o mundo com outra ótica, assim como num farol de trânsito, devemos pensar nas coisas que podemos evitar (cor vermelha), buscar refletir sobre nossos atos e as coisas ao nosso redor (cor amarela) e buscar sempre o que celebrar, compartilhar e acolher (cor verde).

E – Elegância: Já pensou em navegar um pouco pelo mundo do outro? Isso é o primeiro passo para você abrir para o outro a possibilidade de também navegar no seu mundo, buscando ser empático, flexível e pensando sempre na melhor forma de adequação das situações.

I – Inteligência: Busque não ser pessimista, abra sua mente, pense além, use a inteligência para solucionar os problemas e dê 100% de si. Em uma entrevista, a supermodelo, ativista e empresária Gisele Bündchen disse, “Porque eu quero fazer o meu melhor! Se eu escolho dizer sim para algo e alguém está colocando sua confiança em mim, eu não posso desapontar ninguém…Eu não vou estar ali se eu não puder dar 100%”.

O – Organização: É fundamental ter uma rotina com horários, nunca esquecendo dos cuidados com a saúde. Uma boa dica é: os professores podem, atrelados às suas matérias, trazer conteúdos relevantes, vinculados aos cuidados com a saúde e tecno-cuidados, como por exemplo, conversar sobre o tempo limite de utilização de aparelhos eletrônicos como celulares e tablets. Ah, então teremos que educar os pais? A resposta é SIM! Precisamos educar os pais, sair do pressuposto que o que é óbvio para nós, educadores, nem sempre é óbvio aos pais, com isso vamos construindo uma parceria, uma troca que é fundamental para alcançarmos a excelência.

U – Unida: É essencial que o âmbito escolar esteja unido, um grupo de colaboradores pode se tornar um Comitê de saúde mental, com palavras de motivação, com “pílulas de bem estar”, e por que não um banco de acertos-erros? Buscar uma troca entre acertos e erros, compartilhando nossas experiências, possibilitando aprender com o outro, quem sabe até assistindo a aula de um colega.

O AEIOU é um exercício que deve ser praticado diariamente, os melhores frutos que podemos colher são os sorrisos de nossos alunos e colaboradores, que mesmo por trás das máscaras, podem ser sentidos por meio dos olhares. Estamos juntos nessa!

“… Que nós possamos, orgulhosos do nosso propósito, sermos a luz que traz ao mundo um sopro de esperança, os sonhos que não precisam ser mortos. Na verdade, a gente está numa condição difícil, mas ela não precisa ser uma condenação, nem de sonhos nem de esperanças… – Léo Fraiman”

Lembrem-se sempre: Gente trata gente com Gentileza!

Veja mais fotos:

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Live exclusiva: O AEIOU do Bem-Estar do Educador com Léo Fraiman

Live exclusiva: O AEIOU do Bem-Estar do Educador com Léo Fraiman

Sabemos que a situação que estamos vivendo hoje é incomum e que, em breve, ficará no passado, mas enquanto isso não acontece, vamos aprendendo e reforçando algumas atitudes para tornar tudo mais leve e prazeroso.

O Colégio Ser convidou o querido e renomado Mestre em Psicologia Educacional e do Desenvolvimento Humano, autor de diversos livros e psicoterapeuta especialista em Psicologia Educacional, Léo Fraiman.

Fraiman conduziu um bate papo leve, descontraído e muito animado com os colaboradores do Colégio Ser sobre O AEIOU do Bem-Estar do Educador.
Iniciamos com alguns questionamentos relevantes: será que a nossa escola, nosso momento de aula, o modo como vemos e recebemos o outro dentro de nós é um local hospitaleiro, ou um lugar mais duro e tóxico? Antes de sermos professores, somos pessoas que acolhem ou o contrário disso?

A neurociência nos ensina que os alunos não aprendem a matéria por meio apenas do cérebro e depois passam a gostar (sentir com o coração), na verdade, isso ocorre de baixo para cima. No livro “E o Cérebro Criou o Homem”, de António Damásio, defende-se que o mecanismo de recrutamento de neurônios, por meio da consciência, manda que os neurônios se ativem. Na educação, é fundamental a união da disciplina com o professor, o aluno compreende o professor, eles se importam um com o outro.

Quando um professor se torna um docente e coloca uma doçura no que faz, dá um gosto para o aluno, ativando assim os neurônios de cada criança. Devido ao cenário atual, as famosas carteiradas não funcionam mais, e as frustrações se fazem cada vez mais presentes, por isso, teremos que aprender a lidar com uma série de crianças e adolescentes que, ou cativamos seus corações, colocando significados no que fazemos, ou teremos pouca chance de construir a aliança entre importância e confiança.

Baseados no acrônimo do AEIOU, aprendemos 5 atitudes que podem auxiliar nesse processo, tornando-o mais leve.

A – Assertiva: Sempre temos o que aprender, sempre temos o que melhorar, podemos ver o mundo com outra ótica, assim como num farol de trânsito, devemos pensar nas coisas que podemos evitar (cor vermelha), buscar refletir sobre nossos atos e as coisas ao nosso redor (cor amarela) e buscar sempre o que celebrar, compartilhar e acolher (cor verde).

E – Elegância: Já pensou em navegar um pouco pelo mundo do outro? Isso é o primeiro passo para você abrir para o outro a possibilidade de também navegar no seu mundo, buscando ser empático, flexível e pensando sempre na melhor forma de adequação das situações.

I – Inteligência: Busque não ser pessimista, abra sua mente, pense além, use a inteligência para solucionar os problemas e dê 100% de si. Em uma entrevista, a supermodelo, ativista e empresária Gisele Bündchen disse, “Porque eu quero fazer o meu melhor! Se eu escolho dizer sim para algo e alguém está colocando sua confiança em mim, eu não posso desapontar ninguém…Eu não vou estar ali se eu não puder dar 100%”.

O – Organização: É fundamental ter uma rotina com horários, nunca esquecendo dos cuidados com a saúde. Uma boa dica é: os professores podem, atrelados às suas matérias, trazer conteúdos relevantes, vinculados aos cuidados com a saúde e tecno-cuidados, como por exemplo, conversar sobre o tempo limite de utilização de aparelhos eletrônicos como celulares e tablets. Ah, então teremos que educar os pais? A resposta é SIM! Precisamos educar os pais, sair do pressuposto que o que é óbvio para nós, educadores, nem sempre é óbvio aos pais, com isso vamos construindo uma parceria, uma troca que é fundamental para alcançarmos a excelência.

U – Unida: É essencial que o âmbito escolar esteja unido, um grupo de colaboradores pode se tornar um Comitê de saúde mental, com palavras de motivação, com “pílulas de bem estar”, e por que não um banco de acertos-erros? Buscar uma troca entre acertos e erros, compartilhando nossas experiências, possibilitando aprender com o outro, quem sabe até assistindo a aula de um colega.

O AEIOU é um exercício que deve ser praticado diariamente, os melhores frutos que podemos colher são os sorrisos de nossos alunos e colaboradores, que mesmo por trás das máscaras, podem ser sentidos por meio dos olhares. Estamos juntos nessa!

“… Que nós possamos, orgulhosos do nosso propósito, sermos a luz que traz ao mundo um sopro de esperança, os sonhos que não precisam ser mortos. Na verdade, a gente está numa condição difícil, mas ela não precisa ser uma condenação, nem de sonhos nem de esperanças… – Léo Fraiman”

Lembrem-se sempre: Gente trata gente com Gentileza!

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